quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

[Sam]

chefe: que horas voce pode estar aqui amanhã?

eu: o mais cedo possível.

chefe: que horas?

eu: não sei, depende do horário do ônibus. eu posso pegar o primeiro ônibus, mas preciso checar qual é o horário dele.

(eu ainda não tenho carteira de motorista. o Andy até tentou me ensinar a dirigir, mas não rola. eu precisaria de mais umas dez outras mãos para dar conta de sair por aí com um carro. então, sempre que o Andy não pode me deixar no trabalho ou em qualquer outro lugar, eu pego o ônibus. o sistema de transporte daqui é bem ruim, mas isso é conversa pra depois)

sam, colega de trabalho que estava ouvindo a conversa, resolve entar ajudar: olha, eu vou estar aqui às cinco da manhã. posso passar na sua casa às quatro e meia e te dar uma carona.

(uma coisa que ninguém comenta, quando fala do povo daqui: eles são muito gentis. e aqui uma pessoa ser gentil com você não a transforma, imediatamente, em sua amiga. mas uma coisa é certa: eles não te deixam na mão. da outra vez, pedi para um dos meus chefes me ajudar a pedir um táxi e ele pediu para uma colega me trazer em casa)

eu: maravilha, combinado. this is gonna be a big help, thank you!

sam: not a problem, at all. see you in a couple hours.

eu: see you.

saí do trabalho às onze da noite, peguei o ônibus pra voltar pra casa (congelei por uns 20 minutos no ponto, com uma outra guria) e não dormi, com medo de perder a hora e fazer o menino esperar.

7x1: o Sam apareceu na loja às duas da tarde, porque colocou o celular para despertar às 3PM, não 3AM. tive que pegar o ônibus, que demorou pra sempre e eu, claro, cheguei atrasada. gol da Alemanha. ô Sam!

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